sábado, 12 de agosto de 2023

Bio Booster Armor Guyver

 

Já fazia tempo que pensava em escrever este artigo sobre um dos melhores animes, do final dos anos 1980 e começo dos anos 1990, a era dourada da animação japonesa.

Contudo, a pauta aqui do blog sempre mudava em razão de algum outro tema. Mas agora diante da chegada aos cinemas do filme do Besouro Azul, personagem da DC Comics, e algumas opiniões sem noção que passaram a permear a web com referências estafúrdias, percebi que a hora tinha chegado.

Bio Booster Armor Guyver, ou apenas Guyver, surgiu em 1985 nas páginas da revista Monthly Shõnen Captain, escrito e ilustrado por Yoshiki Takaya.

Já no ano seguinte, Guyver ganhou sua primeira adaptação no OVA “Guyver – Out of Control”, mostrando um enredo levemente baseado no primeiro volume do mangá.

Mas foi apenas em 1989, em sua segunda versão fora de sua mídia original, que Guyver começou a ser de fato conhecido e reconhecido além do arquipélago nipônico.

Os Guyvers, três dispositivos simbióticos biomecânicos de possível procedência alienígena, estavam sendo usados por uma corporação chamada Cronos para criar uma classe de super-soldados mutantes (vou usar esta expressão na falta de melhor, já que o termo kaiju talvez não se aplique tão bem aqui).

Tais seres mutantes, alguns com características que lembravam animais, eram conhecidos como Zoanoides.

Só que uma das cobaias humanas da Cronos foge com as três unidades Guyver, sendo logicamente perseguido pelos soldados da Cronos, que o encontram numa floresta, onde ocorre um embate no qual após uma explosão, uma das unidades acaba voando longe e por fim se fundindo ao jovem Sho Fukamachi,o protagonista da trama.

Aluno do segundo ano do ensino médio do colégio Narisawa, órfão de mãe, apaixonado por Mizuki Segawa, irmã mais nova de seu melhor amigo, Tetsuro.

E que mesmo a contragosto, acaba se tornando a versão mais badass que um herói japonês já foi. Se vendo obrigado não apenas a conviver como hospedeiro do Guyver, mas precisando aprender como usá-lo.

Já que a Cronos, logicamente vem atrás dele e de seus amigos, e fazendo de tudo para recuperar o Guyver.

Mas e os outros dois Guyvers?

O segundo acaba sendo recuperado pela Cronos, e se funde a Oswald Lisker, um agente vaidoso, que assume a tarefa de recuperar a unidade que estava com Sho.

Enquanto que o terceiro Guyver acaba se fundindo a Agito Makisihima, um aluno do terceiro ano, do mesmo colégio de Sho, e que a grosso modo, conforme a trama avança podemos considerá-lo como o anti-herói da trama.

Ainda que repleto de clichês, ou talvez justamente por causa deles, Bio Booster Armor Guyver, como você deve ter percebido nos parágrafos acima, a princípio não seria para constituir algo surpreendente.

Entretanto, a forma como dispõe seus elementos ao longo de seus doze episódios, sempre procurando se pautar pela perspectiva de uma estória de terror, prende a atenção do espectador.

Ao mesmo tempo que vai jogando na cara (ao menos para os mais atentos) referências a outras obras de ficção nipônicas.

É impossível não lembrar por exemplo da arma de movimento de ondas da nave Andrômeda, em Patrulha Estelar 2 O Cometa Império, quando Sho/ Guyver I, abre o próprio peito da bio-armadura para disparar poderosas rajadas de energia.

Fora isto, não se pode deixar de ressaltar que ainda que possua, como é de praxe nas animações nipônicas de ação, suas doses de gore, tais cenas estão aqui em função da trama, e não vice-versa como em tantos outros animes por aí.

Inclusive tendo sido um pouco amenizadas em relação ao OVA de 1986, que possui até uma cena um tanto, digamos, “para maiores”, quando uma personagem feminina ativa uma das armaduras.

E a boa recepção a Guyver em terras de Tio Sam foi tão imediata, que de pronto, produtores espertinhos adquiriram os direitos para um live action, e em 1991 (eita rapidez!) chegava as telas “The Guyver”.

O filme até que tenta adaptar o enredo original, mas capota num amadorismo tremendo, em especial nas representações do Guyver, e principalmente dos Zoanoides, que são seres que chegam a três metros de altura, mas que aqui nem entrariam para um time estadunidense de basquete.

E não, não estou tecendo estes comentários por ser um filme B, feito a partir de um orçamento minúsculo de apenas 3 milhões de dólares, pois quando o filme cumpre com o que se propõe, mesmo que envolto em cenas fajutas, isto é o que de fato importa.

O problema é que aqui nitidamente quiseram transmutar um episódio de um seriado de tokusatsu esticado em 88 minutos em obra de ponta da ficção científica e a coisa não deu certo.

E se por acaso duvida disto, e nunca tenha encarado esta pérola, cheia das boas intenções, mas sem nenhuma noção, só digo que Mark Hamill, nosso eterno Luke Skywalker, está neste filme. O que talvez explique para onde tenha ido boa parte do orçamento do filme.

Mas calma, pois acredite ou não, o filme acabou ganhando uma sequência em 1994, chamada “Guyver The Dark Hero”, e que por incrível que pareça, é sim uma produção um pouco mais bem cuidada que o primeiro filme.

Ao menos aqui o diretor Steve Wang, que no primeiro filme era apenas codiretor, soube usar de perspectivas de câmera em algumas cenas que nos fazem crer que as criaturas que estão lutando têm uma estatura maior que uma pessoa mediana.

Fora que ter o próprio Yoshiki Takaya como roteirista ajudou bastante a criar a atmosfera de filme de terror tão presente na obra, e que foi sumariamente renegada no primeiro filme.

Mas a saga de nosso herói biomecânico simbionte não poderia terminar assim, e em 2005 chega “Guyver - Bio Booster Armor”.

Sim, você não leu errado, pegaram o nome original e trocaram as palavras de posição para este remake, que tinha como objetivo fazer uma adaptação mais fiel do mangá, assim como mais completa, já que a primeira série que terminou em 1992 só adaptava os quatro primeiros volumes da obra, enquanto este vai até o décimo volume.

Então, se você está atrás de um herói que não quer ser herói, mas precisa ser, servindo de hospedeiro para um ser estranho, e que ao se fundirem, tornam-se uma supermáquina de combate, Bio Booster Armor Guyver pode ser uma excelente escolha.



sexta-feira, 14 de julho de 2023

Vencer ou Morrer...ou Quando Van Damme resolveu sair de sua caixinha

 

Algum tempo atrás no canal do “Enquanto Isso na Ponte de Comando” no Youtube, foi feita uma lista sobre os “10 Melhores Filmes de Ação dos Anos 90”.

Contudo, só após o vídeo ir ao ar, me dei conta de que um filme excepcional tinha ficado de fora. Algo totalmente fora do que seu ator protagonista havia realizado até ali...

Vencer ou Morrer!

A história de “Vencer ou Morrer” (Nowhere to Run no original) começa ainda no ano de 1986, quando o roteirista Joe Eszterhas (Instinto Selvagem) e o diretor Richard Marquand (O Retorno de Jedi), se uniram para escrever um roteiro que essencialmente seria um drama, com apenas uma pontinha de tensão lá pelo fim de seu terceiro ato, e que pelos planos de ambos deveria ser estrelado por Mel Gibson.

Joe Eszterhas com Sharon Stone durante as filmagens de "Instinto Selvagem"

Richard Marquand fazendo um cameo em "O Retorno de Jedi"

No entanto, com a inesperada morte de Marquand em setembro de 1987, o roteiro foi engavetado, até que em 1991 o astro dos filmes de artes marciais e quase “Predador”, Jean Claude Van Damme conhece os produtores que detinham os direitos sobre a obra enquanto filmava “Duplo Impacto”.

Sendo que apenas em 1992 durante as filmagens de “Soldado Universal” o belga, que sonhava em diversificar seu portfólio, travou contato com o roteiro original, se interessando pelo projeto. Contudo, de cara exigindo que este fosse reescrito para que fossem inseridas mais cenas de ação.

Desta forma o estúdio contratou outros dois roteiristas, Leslie Bohem e Eandy Faldman, que junto ao próprio Joe Eszterhas, deixaram as coisas um pouco mais do jeitinho Van Damme.

Ainda que no fim das contas tais mudanças tenham deixado Joe Eszterhas bastante descontente com o resultado, dizendo que as ideias do ator destruíram o conceito original de sua estória. Uma opinião que acabou ironicamente sendo compartilhada pelo próprio Jean-Claude que em entrevistas posteriores ao lançamento, seja lá por quais razões, declarou que também não tinha gostado do resultado final do roteiro.

Seja lá como for, a direção do filme foi parar nas mãos do competente Robert Harmon de “A Morte Pede Carona”, que ainda que não tivesse lá muito experiência nem com filmes de drama ou de ação “rasgada” entregou um trabalho extremamente competente, não poupando elogios à dedicação de Van Damme ao projeto, e afirmando que o belga tinha sido a escolha certa para o papel.

O diretor Robert Harmon com Rutger Hauer durante as filmagens de "A Morte Pede Carona"

Acho bem difícil que você que esteja lendo não conheça a estória de “Vencer ou Morrer”, mas caso não, basicamente temos aqui uma premissa que parece saída de um filme de faroeste.

No enredo, o fugitivo Sam Gillen (JCVD), condenado por um crime que havia assumido para salvar o irmão da cadeia, escapa e acaba indo parar numa fazenda de uma jovem viúva chamada Clydie (Rosana Arquette, o nariz arrebitado mais bonito do cinema).

Se tornando protetor dela e de seus dois filhos, a menina Bree (Tifanny Taubman) e o garoto Mookie (Kieran Culkin, irmão de Macaulay Culkin), contra os ataques de Franklin Hale (Joss Ackland, bem conhecido do público por ter sido o vilão de “Máquina Mortífera 2”), um megaempresário inescrupuloso que estava comprando todas as terras daquela localidade, nem que fosse na marra, usando para isto os serviços de bandido contratado Dunston (Ted Levine, o Bufallo Bill de “O Silêncio dos Inocentes”).

Durante os anos venho observando as mais diversas críticas bizarras sobre este filme, que sim, é uma colcha de clichês, mas que os trabalha de maneira exemplar, ainda que não, digamos, genial. E que é sim algo diferenciado e não repetido posteriormente na carreira de Jean-Claude Van Damme.

JCVD durante as filmagens de "Vencer ou Morrer"

É quase como se incomodassem com o simples fato de que um ator de filmes de ação B, quisesse algo mais para a própria carreira, e dissessem intrinsecamente: Cara, nós até gostamos de você, mas fica aí no teu canto.

E o pior é quando os “especialistas” tentam rebaixar o filme com argumentações do gênero: A cenas de luta são fracas.

O que lógico, acarreta nos já conhecidos “parênteses” que preciso volte e meia inserir aqui nos textos do blog.

No primeiro caso, pouco pode ser feito, pois a indústria do cinema é de todas do setor cultural a mais especializada em rotular gêneros e profissionais que trabalham nela, não importa o quanto sejam bons, ou até mesmo quanto lucro tragam para ela. Isto sem mencionar o séquito de “seres cultos”, sempre dispostos a manter rótulos e promover um status quo que mesmo por mera questão de ego lhes privilegie.

Mas no segundo caso, se enxerga com clareza a dicotomia ente “aquilo que ser quer” versus “aquilo que de fato a obra pretendeu ser”.

É perfeitamente compreensível que o público médio dos filmes de Jean-Claude Van Damme, num primeiro momento possa ter estranhado, e até certo ponto dado uma torcida de nariz para “Vencer ou Morrer”.

Afinal aqui não há nenhuma das características que nortearam o começo da carreira do belga, como espacates que desafiam as leis da física, dancinhas constrangedoras que geram momentos cômicos involuntários, e muito menos caretas de quem está fazendo um tratamento de canal.

Aqui Van Damme não é um especialista em artes-marciais que bate em 99% do elenco sem sofrer um só arranhão, aliás muito pelo contrário.

E possui motivações muito mais nobres que pura e simplesmente se provar num torneio qualquer ou executar um mero plano de vingança (ainda que ninguém resista a um bom filme de vingança, óbvio).

Portanto, creio que seja plenamente possível contextualizar que um filme como “Vencer ou Morrer”, mesmo que em momento algum tentando “reinventar a roda”, se torna, não apenas para seu protagonista e realizadores, um desafio de sair da zona de conforto, assim como para parte do público cativo, que precisa se defrontar com doses de drama e até romance com as quais não estavam previamente dispostos a lidar.

Nos servindo quase duas horas que sim, estão recheadas de ótimas cenas de ação, como a fuga de moto de Gillen, inspirada no clássico “Fuga do Inferno” com Steve McQueen, mas que vão além do mero entretenimento escapista.

Entregando uma aventura com alma e coração, e com um final que passa bem longe do fantasioso.



 

 

 

 

sábado, 17 de junho de 2023

The Flash – Uma Resenha Rapidinha

 

Após anos de uma das mais conturbadas, adiadas, e ironicamente lentas produções da história do cinema, chegou aos cinemas “The Flash”, o filme do velocista escarlate de DC Comics, dirigido pelo argentino radicado em terras de Tio Sam, Andy Muschieti.

Bem, acredito que você que está lendo agora deva conhecer ainda que parcialmente todo o calvário pelo qual a maioria das produções cinematográficas com personagens da DC Comics vem passando ao longo dos últimos anos, com as honrosas exceções do primeiro filme da Mulher Maravilha que ganhou resenha aqui no blog, e do filme do Aquaman que ganhou resenha em nosso canal no Youtube.

Só que este universo, hora regido por mentes com pouca circulação sanguínea no cérebro devido possivelmente extensivo uso de gravata, hora regido pela mente de um sujeito, que me recuso a citar o nome, mas que foi capaz de criar um Superman sem coração e burro, e um Batman que planeja um assassinato e também é extremamente burro, apenas para conversar com parcelas de público que vibram na mesma frequência destas representações, teve o fim já sabido...o naufrágio.

Contudo, ainda se esperava com certa ansiedade aquele que pode ser considerado o último sopro de vida deste universo (não vou colocar o vindouro segundo filme do Aquaman nesta conta).

Bem, para não me alongar demais, acabando assim saindo do título deste artigo, vou tentar ser o mais conciso possível.

“The Flash” é bom?

É o que você que está lendo deve estar se perguntando, não é?

E eu digo que...SIM!

Porém, não passa desta classificação, ou seja, bom. Mas por que?

Bem, a despeito de todos os atrasos e mudanças que sofreu, “The Flash” não deixa de ser em síntese uma adaptação livre da famosa Hq “Ponto de Ignição” (“Flashpoint no original). Na qual Barry Allen tentando evitar a morte da mãe e consequente prisão do pai, volta no tempo, e com isto faz uma bagunça do tamanho da que existe nas mentes de alguns fãs mais recentes de quadrinhos.

Só que a tarefa deste filme era um tanto mais complicada que a do seu personagem título.

Ezra Miller e o diretor Andy Muschietti

E entre estas tarefas estava a de tentar apagar a péssima impressão do Barry Allen vivido de forma grotesca e excessivamente caricata por Ezra Miller.

Contudo, em seus cinquenta minutos iniciais o que vemos é exatamente a ratificação de uma das mais irritantes adaptações que um personagem  nascido em outra mídia teve no cinema.

Ainda mais quando para tentar deixar o “Barry principal” mais “sério”, recorrem ao pior recurso que se poderia pensar, sua versão mais nova, mais idiotizada ainda.

E a tortura com tentativas de humor horrivelmente escritas e horrorosamente interpretadas se arrasta, até que entram em cena o plus que este filme prometeu.... O Batman de Michael Keaton!

Quero deixar aqui registrado que jamais, gostei dos filmes do Batman dirigidos por Tim Burton, isto por uma série de razões que não vou ficar citando aqui, mas de forma alguma joguei este ônus em cima das costas Keaton em momento algum.

Mas aqui enfim, temos a oportunidade de assistir o Batman de 1989 fazendo tudo e um pouco mais que não conseguiu fazer em seus filmes, e sendo o que o Batman de Ben Affleck nunca foi nem por um frame sequer, inteligente e altruísta.

Aliás a participação de Affleck no filme além de alguns momentos constrangedores, inclusive junto com a Mulher Maravilha de Gal Gadot, é o retrato absoluto da tristeza.

Mas voltando ao que interessa, o Batman de Keaton, recluso em sua versão da mansão Wayne, após uma motivação citada por Barry (motivação extremamente bem encaixada no roteiro por sinal) decide voltar a ação e ajudar o velocista na procura pelo Superman daquela realidade, já que o General Zod havia ressurgido com todo seu grupo.

E aqui eu preciso salientar como a segunda parte de “The Flash” parece ser um outro filme. Algo totalmente diferente.

E aí se dá a parte mais “Flashpoint” do filme quando eles invadem uma instalação militar russa, e lá encontram, não o Kal-El, mas sim sua prima Kara Zor-El (Sascha Calle, surpreendente), fraca e debilitada por anos de confinamento.

Uma adaptação que um ou outro pode até torcer o nariz, mas que funcionou de forma espetacular.

E temos então finalmente (desculpe, estou repetitivo, mas é inevitável usar este tipo de expressão aqui), vemos um Barry Allen heroico e ágil, não apenas nas pernas, mas também em raciocínio.

Ah sim! E eu até esqueci de citar que nosso ‘’Barry principal” acaba perdendo os poderes por causa de mais um ato de abobação, tentando de forma desesperada recupera-los depois, em mais uma situação que escancara o quanto as duas metades deste filme são distintas entre si.

Sendo salvo justamente pela Supergirl, que de começo se mostrava desconfiada e relutante, mas ao testemunhar o sacrifício de Barry toma a decisão de também agir.

O que temos na sequencia então é uma baita batalha entre as forças do General Zod contra os dois Flash, a Supergirl e Batman.

Até o grande desfecho, que não se dá com nenhuma cena espetaculosa, mas com um roteiro de diálogos precisos, quando Barry se defronta com seu pior inimigo, eles mesmo, além de vários ganchos de saudosismo quando as mais diversas realidades criadas ao longo das décadas com personagens da DC Comics vão surgindo a nossa frente.

Para encerramos com o que chamo de desfecho em dois estágios.

O primeiro tocante e reflexivo. E o segundo maravilhosamente escalafobético, engraçado e surpreendente quando surge um “novo” Bruce Wayne, mas que só acontece por um pequeno detalhe que nosso amigo Barry muda para salvar seu pai da cadeia.

George Clooney em sua participação especial em "The Flash"

Como resultado final, para alguém que não alimentava a menor esperança sobre a aventura do velocista escarlate, devo dizer que “The Flash” é um bom filme.

Que patina, e muito, na sua primeira metade, mas que consegue virar a chave, ainda que meio tardiamente, nos servindo uma aventura com coração legítimo, ainda que aquém do que de fato poderia ter sido desde seu começo.

E que em meio a uma avalanche de filmes do gênero pautados pela mais pura banalidade, consegue sim, nos presentear com alguns momentos diferenciados, e que não farão você sair do cinema apenas pensando que o tempo passou muito rápido.



 

segunda-feira, 12 de junho de 2023

Os 10 Maiores Vilões de Animações

Tempos atrás aqui no blog, criei uma lista com os “Os 10 Maiores Vilões do Cinema”.

Mas quais seriam os maiores vilões dos desenhos animados?

Afinal, na lista anterior só foram inclusos vilões de representações em live action.

    Porém, para que tal empreitada não se tornasse algo confuso, algumas regras tiveram de ser estipuladas.

1-            Apenas animações feitas para tevê.

2-            Apenas vilões originalmente criados para estas animações.

3-            Apenas vilões que não tenham alguma razão maior por trás, como a sobrevivência de um povo. Uma regra básica para separar vilões de possíveis anti-heróis.

     Regras dispostas, aí vem eles!

Os 10 Maiores Vilões de Animações!

10 – Comandante Cobra (GI Joe/ Comandos em Ação)


09 – Primeiro Ministro Ben Lazi (Patrulha Estelar 3 – A Crise do Sol)


08 – Overlord (Blackstar)


07 – Dr.Zin (Jonny Quest)


06 – Gemini (Thundarr O Bárbaro)


05 – Príncipe Zordar (Patrulha Estelar 2 – O Cometa Império)


04 – Vingador (Caverna do Dragão)




03 – David Xanatos (Gárgulas)




02 – Rainha da Coroa (Galaxy Rangers)


01 – Mumm Rá (Thundercats 2011)







Patrulha Estelar e suas vozes inesquecíveis!

  Fazendo uma rápida pesquisa na web, não é assim tão difícil encontrar alguns artigos que citam os dubladores que nos anos 1980 na extinta ...