quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Batman do Futuro


O que aconteceria se um dia Bruce Wayne percebesse que pelas limitações da idade não conseguiria ser mais o Batman?
Mas e se em seu caminho surgisse um possível sucessor com quase as mesmas motivações, mas de um espírito indomável?
E assim em 1999 chegava as telas de tevê a maior ousadia de Bruce W Timm, Paul Dini, Alan Burnett e companhia.
Surgia, Batman do Futuro!


Todos nós sabemos o quanto é complicado mexer com iconografias de personagens já estabelecidos por décadas. E não são raros os casos de ideias (na maioria das vezes realmente horríveis) que fracassaram.
Porém, com a moral lá em cima, de quem já havia emplacado duas séries de sucesso com os dois principais personagens da DC Comics, ninguém foi capaz de dizer “não” para o projeto que mostrava um Bruce Wayne mais arredio e recluso que nunca, que vivia quase como um ermitão numa deserta Mansão Wayne, tendo como única companhia o cão Ace.

Ace - O cão se torna o único amigo de Bruce.

Mas o que havia de tão diferente, além de sua premissa, que fez de Batman do Futuro (Batman Beyond no original) algo tão diferente?
A grosso modo penso em alguns fatores que foram bem determinates.
O primeiro, sua ambientação. Não que possíveis futuros fossem uma novidade nas animações estadunidenses, mas Batman do Futuro bebe direto da fonte das animações japonesas do fim dos anos 80, começo dos anos 90 sem o menor pudor. Aqui lógico não falo de design puro e simples, pois as linhas originais de Bruce Timm estão lá, mas conceitos como largas avenidas muitas vezes desertas a noite, e a arquitetura da cidade.


Depois temos a personalidade de seu protagonista. Pois Terry McGinnis no começo parecia ser a pessoas menos indicada para levar adiante o legado do “Morcego”. Um  brigão, à beira da delinquência, que vê sua vida mudar quando o pai é morto. Mas que desde o começo se mostra não ser aquele valentão típico que todos conhecemos, volte e meia “tomando na cabeça” por assim dizer por algumas de suas escolhas, fora os problemas com a namorada Dana após se tornar Batman, mas sempre mantendo um ferino bom humor.

Dana e Terry - Relação complicada pelo "fator Batman".

Aqui vou abrir um parêntese para uma consideração totalmente pessoal. Acredito que Terry McGinnis seja uma amalgama muito bem feito de Jason Todd o segundo Robin, e Peter Parker o Homem Aranha.
Fora isto temos a sábia decisão de não se ficar requentando vilões, criando toda uma nova galeria de adversários, ainda que as vezes fosse a clara a inspiração em vilões clássicos como Espantalho ou Cara de Barro.




E lógico, os encontros com outros personagens. Algo que costuma a trazer situações interessantes, como em Superman The Animated Series, mas que aqui foi extrapolado para um escopo bem maior. Pois não se limitou a participações especiais, mas criando verdadeiros crossovers.




Podemos citar aqui o ótimo crossover com Super Choque. A piada com a “Beyoncé” é simplesmente impagável.

ZETA - O robô série própria após surgir em Batman do Futuro

E não podemos esquecer de Projeto ZETA que foi uma série derivada de Batman do Futuro, mas que infelizmente ficou apenas com duas temporadas. Reza a lenda que seu criador, Robert Goodman teve que ceder espaço para o então novo projeto de Timm, a animação da Liga da Justiça.

Barbara Gordon agora era tinha a mesma função do pai.

Fora isto, não se pode deixar de citar como se deram e evoluíram as relações de Bruce Wayne, a medida que série vai se desenrolando, e Terry vai travando contato com outros personagens.
Assim ficamos sabendo, por exemplo, que Barbara Gordon, agora ocupando o cargo do pai como comissária de polícia, traiu Dick Grayson com Bruce, na época em que os dois namoravam.


Dick, que conta para Terry o que levou Bruce a se distanciar de tudo. Segundo seu relato, Alfred tinha sido sequestrado pelo Coringa, e durante o resgate, o vilão disparou várias vezes em direção de Batman, e alguns destes tiros ricochetearam, quase matando-o, sendo que uma destas balas acabou por atingir o olho direito do então Asa Noturna que ficou cego.
E falando no capeta, digo, o Coringa, este é o protagonista da maior extrapolação feita por Bruce Timm e sua turma.


Obvio que falo no longa-metragem “O Retorno do Coringa”, a ousadia dentro da ousadia.
Neles ficamos sabendo como se deu o ultimo embate entre o Batman e o Coringa, quando este sequestra Tim Drake,e por semanas o tortura das formas mais inimagináveis, não sem lógico ter um plano muito bem montado por trás disto.


Numa das mais terríveis interpretações do “Palhaço do Crime”, que tortura a bem da verdade um garoto por dias a fio, botando no chinelo sua versão que mata Jason Todd a golpes de pé de cabra das HQ’s.

Tim totalmente insano depois de dias de tortura mata o Coringa

Num longa que tem ainda a coragem de mostrar Tim Drake matando o Coringa, em cenas bem pouco comuns para animações norte-americanas, e que obviamente vieram a sofrer censuras posteriores.

Terry com Tim e Barbara.

Batman do Futuro terminou após 52 episódios e...
Espera aí! Não terminou não!
Em mais uma destas “lendas urbanas”, conta-se que a série teria uma episódio final, mas com os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, a finalização da saga de Terry McGinnis ficou em aberto.
Contudo, alguns anos depois, já na animação Liga da Justiça Sem Limites, somos brindados, ou melhor, abençoados, pelo maravilhoso episódio “Epílogo”.

Terry encara Bruce em busca da verdade sobre sua origem

Nele, quando Terry descobre que compartilha seu DNA com Bruce Wayne, invade a casa de uma bem idosa Amanda Waller, que lhe conta ser ele o resultado de um projeto da antiga líder do Esquadrão Suicida, que prevendo que Bruce não mais conseguiria ser o Batman por muito mais tempo, decidiu criar seu próprio Batman.

Uma cansada Amanda Waller conta para Terry toda verdade.

“Epílogo” é, e aqui afirmo e reafirmo, o ponto mais alto de todo assim chamado DC Timmverse. Uma verdadeira aula de roteirização, uma obra-prima de diálogos primorosos, que deveria ser matéria obrigatória em qualquer faculdade de cinema do mundo.
E que de quebra, nos presenteia com várias citações de discorrem sobre a trajetória de Bruce Wayne/Batman neste universo animado.


Referenciando desde o episódio “Cuidado com o Fantasma Cinzento” de Batman TAS, passando pelo icônico longa-metragem “A Máscara do Fantasma” e lembrando até de “O Retorno do Coringa”.
Fazendo de Batman do Futuro uma das melhores séries de animação feitas para tevê até hoje, explorando com habilidade rara todas as possibilidades existentes, ao mesmo tempo que descerrava outras tantas, tornando-se inclusive parte canônica do universo da DC Comics, e nos fazendo pensar nas outras possibilidades existentes em outras mídias.
Sempre e sempre apontando o futuro, apontado para o além.










sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

CSI - Investigação Criminal


Seriados policiais fazem parte da cultura pop desde os primórdios das artes audiovisuais nas antigas matinês dos cinemas, e que a partir dos anos 1970 ganharam imensa força com a expansão da televisão em seriados como Kojak, SWAT e CHIP’s, cada um a sua forma abordando a rotina (às vezes nem tão rotineira assim) do trabalho dos agentes da lei, com formulas que pouco se modificaram nos seguintes, talvez pela honrosa exceção de Nova York Contra o Crime.
Mas eis no ano de 2000 o roteirista Anthony E Zuiker se uniu ao produtor Jerry Bruckheimer (bem conhecido por filmes de ação como “A Rocha” e “ConAir”), para o projeto que iria não apenas se tornar um dos seriados mais bem sucedidos e longevos da história, como iria mudar toda visão de como os mesmos precisavam ser mostrados.
Nascia ali, CSI - Investigação Criminal!


Num cenário televisivo que via séries líderes de audiência como Xena e Arquivo X chegando aos seus finais, poucos seriam os que apostariam sua fichas num seriado policial, que longe do heroísmo fácil de séries do passado, mas que também não seria escravo do viés drama/realidade, traria para os holofotes justamente aqueles que sempre estiveram tão nos bastidores que nem eram lembrados na hora de se escrever um roteiro do gênero, os verdadeiros responsáveis muitas e muitas vezes por de fato solucionar os crimes, os cientistas forenses.
E assim somos apresentados ao grupo comandado pelo entomologista Gilbert Grisson (William Petersen).


E que além do nerd low profile era composto por Catherine Willows (Marg Helgenberg) uma biomédica que no passado tinha sido dançarina de boate e que depois se descobre ser filha de um poderoso dono de casino e mafioso (Scott Wilson).


Pelo analista Nicholas Stokes (George Eads).


O químico Warrick Brown (Gary Dourdan) um ex-viciado em jogo.


A física Sara Sidle (Jorja Fox).


O também químico e técnico do laboratório Gregory Sanders (Eric Szmanda).


E o legista Dr.Albert Robbins (Robert David Hall).


Além deles havia o capitão James Brass (Paul Guifoyle), policial da Divisão de Homicídios que sempre acompanhava os cientistas.


Interessante aqui, é que logo no comecinho da primeira temporada era Brass quem liderava a equipe de peritos, mas o xerife, ao qual o departamento o CSI era subordinado, decide substituí-lo por Grisson, quase que numa sinalização explícita dos criadores do seriado que uma nova página começava a ser escrita ali.
Algo que foi explorado ao máximo do possível usando como base todas as técnicas e equipamentos que de fato são utilizados pelos peritos forenses.


Lógico que aí é preciso se entender que vários dos processos utilizados na vida real tem resultados que nem de longe são obtidos na velocidade que se vê na telinha, mas considero que tanto eu, quanto você que está lendo, possamos colocar isto no campo da “licença poética”, se é que dá para se chamar assim, e fazendo valer o bom e velho conceito da “suspensão da descrença”.
Um ato de ousadia dos realizadores da série? Talvez sim.
Mas que de nada adiantaria, se além de toda a parte técnica, CSI não fosse um seriado preocupado em equilibrar seus elementos.
Cada um de seus personagens principais vinha trazendo toda uma “bagagem pessoal”, como nos já citados casos de Warrick Brown e seu problema com o jogo, ou Catherine que além de ter que criar sua filha sozinha, ao descobrir a identidade de seu pai biológico se vê em conflito imediato com ele, por estarem em campos extremamente opostos.

 Sam Braun e Catherine - A verdade coloca os dois em lados opostos

Outra coisa que é preciso salientar, é que CSI sempre procurou primar por tentar dar tons diferentes aos seus episódios, bem a exemplo, guardando-se as devidas proporções, ao que Arquivo X fazia. Não apenas para dar equilíbrio ao longo de cada temporada, como também não deixá-lo cair na mesmice que obras mais recentes fazem.
E dentro deste viés, o das tais “bagagens pessoais”, ao contrário de outras séries que ao abordarem estes elementos criaram episódios modorrentos e chatos, aqui em CSI foram responsáveis por alguns dos melhores momentos do seriado.


E talvez não haja melhor exemplo para isto que o do próprio Gil Grisson, que como já citado era um nerd de carteirinha, e capaz de em cada situação mostrar de forma precisa cada uma das facetas de uma pessoa que podia até viver em sociedade, mas que de forma alguma conseguia se sentir inserido nela, mas muito longe do estereotipo jocoso pelo qual tais personalidades costumam ser abordadas.


Oque, aliás, foi uma tônica da série, ou seja, desmistificar estereótipos. Tendo em Grisson a “ferramenta” perfeita para isto. Tanto quando precisava corrigir um de seus subordinados numa situação fora do comum, como até mesmo ao mostrar o entomologista em suas relações amorosas.


Um capítulo a parte já que a personalidade de Grisson ao mesmo tempo em que provocava, também parecia atrair e causar admiração. Tanto que foi capaz de ter um caso com Lady Heather (Melinda Clarke), a proprietária de um clube de fetiche. E por fim fazendo Sara Sidle se apaixonar por ele, numa situação que no começo considerei uma forçada de barra gigantesca dos autores, mas que se mostrou acertada, ao mostrar que o pivô da subtrama não era Sara, e sim o próprio Grisson, que não se permitia viver, não só aquele tipo de relacionamento, como vários outros aspectos de sua vida.

Grisson e Sara enfim juntos ao fim da nona temporada

Vida que como era de se esperar num seriado com CSI, sempre estava por um fio. Mas que nunca teve sua fragilidade tão bem explorada quanto no episodio dirigido pelo cineasta Quentin Tarantino, no qual Nick Stolkes é sequestrado e enterrado vivo por Walther Gordon (o veterano John Saxon) num mirabolante plano de vingança.



Tarantino e William Petersen durante as filmagens do episódio

Um episódio em duas partes, que me arrisco dizer, é a melhor coisa que Tarantino fez até hoje. E que mesmo usando de certos clichês do diretor, foi extremamente respeitoso ao tom geral do seriado. Só que nem por isto deixando de ter a marca de seu diretor, que também assina o roteiro, ao trazer de volta astros do passado.

John Saxon e sua participação no episódio dirigido por Tarantino

Não apenas no protagonismo de John Saxon, como nas participações especiais de Toni Curtis, e de Frank Gorshin, o eterno Charada do seriado do Batman de 1966. Gorshin que, aliás, faleceu dois dias antes do episódio ser exibido e para o qual acabou sendo dedicado.
E por falar em marcas, não há como não se lembrar da excelente abertura ao som de “Who Are You?” do The Who.


Algo que ficou tão simbólico, que fez até o vocalista Roger Daltrey participar do seriado.

Roger Daltrey - O vocalista do The Who em participação no seriado.

E que foi expandido quando CSI passou a ser não apenas um seriado, mas sim uma franquia, com a chegada de CSI-Miami que utilizava a faixa “Won’t Get Fooled Again”, de CSI-Nova York que usava de “Baba O’Riley” em suas aberturas.




Formando quase que um “universo compartilhado”, já que volta e meia, como era se esperar acontecia algum crossover.

CSI se torna uma franquia e os crossovers acontecem

Lógico que por se tratar de um seriado que durou cerca de quinze temporadas, o elenco de CSI, ou CSI-Las Vegas como ficou mais conhecido após a transformação em franquia, foi sofrendo alterações. Seja por desgastes de relacionamento entre o elenco, como no caso de Gary Dourdan oque acabou forçando a “morte” de Warrick Brown, ou simplesmente pelo cansaço de se fazer o mesmo personagem por tanto tempo como William Petersen, forçando a “aposentadoria” de Gil Grisson.


Só que aí, mesmo colocando rostos conhecidos como Laurence Fishburne ou Ted Danson (que também participa CSI-Cyber), a magia por assim dizer não conseguia se repetir.

Laurence Fishburne foi o primeiro substituto de William Petersen



Contudo, oque foi construído por CSI, é simplesmente um marco.
Pois se antes os cientistas forenses nem lembrados eram, hoje é impensável se fazer um filme ou seriado policial, sem dar o devido destaque para aqueles que dos bastidores são muitas vezes os verdadeiros responsáveis por se fazer justiça.







segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

10 Excluídos das Listas de 2018


Se você acompanha aqui o “Enquanto isso na Ponte de Comando”, sabe que vez ou outra estou aqui soltando alguma lista, sempre composta por dez representantes que considero relevantes de uma determinada “categoria” dentro deste nosso mundinho da cultura pop e de sua memória.
Mas é lógico, óbvio, e fatalmente inevitável que cada vez que se faz uma listinha desta, algo fica de fora. E foi por isto que resolvi abrir este ano de 2019, tentando corrigir algumas injustiças. Algumas citações que seja pelo número restrito de cada lista ou até por esquecimento mesmo não entraram em suas respectivas listas de categoria.
Sendo assim, lá vai... 10 Excluídos das Listas de 2018!


10. 10 VEÍCULOS MAIS ICÔNICOS DA FICÇÃO – Águia de Fogo

Com o advento de Trovão Azul, era mais que certo que o helicóptero da polícia de Los Angeles não fosse ficar sozinho nas telas por muito tempo. E em 22 de janeiro de 1984 o canal CBS apresentava ao mundo o Águia de Fogo (AirWolf no original). Um seriado que após realizar um belo trabalho de “maquiagem” num helicóptero Bell 222, durou cerca de quatro temporadas em sua versão original.





09. 10 FILMES QUE JAMAIS DEVERIAM TER TIDO UMA SEQUÊNCIA – Planeta dos Macacos
O clássico de 1968 protagonizado por Charlton Heston foi espremido até não poder mais, de todas as formas possíveis e impossíveis, de uma forma que talvez só Robocop veio a sofrer anos depois. Mas logicamente, sem que nenhuma das sequencias sequer chegar perto do impacto e simbolismo do primeiro filme.





08. 10 FILMES QUE JÁ DEVERIAM TER SIDO FEITOS – Jayce e os Guerreiros do Espaço.
A história do jovem Jayce e seus amigos, que buscam por seu pai um geneticista que por acidente criou uma raça de mutantes, metade planta. Além de um ponto de partida bem interessante e pouco usual, pode com um roteiro bem feito debater os limites da ciência sem deixar de ser uma empolgante aventura espacial.




07. 10 TEMAS DE ANIMAÇÕES ORIGINAIS – Superamigos
Esta foi a primeira das listas que fiz aqui para o blog, e uma das que menos me incomodou de por ventura ter deixado algo de fora, mas este tema dos Superamigos, ao se retirar a narração, se mostra de fato uma pequena joia escondida.




06. 10 TEMAS DE SERIADOS LIVE ACTION – Hawai Five.0
A música da banda Ventures superou as décadas e foi utilizada até na versão da série dos anos 2000.




05. 10 VEÍCULOS MAIS ICÔNICOS DA FICÇÃO – Ecto 1
Esta foi uma listinha danada de fazer mesmo, e como no exemplo de Águia de Fogo, deixei o icônico Cadilac Miler-Meteor de 1959 dos Caça-Fantasmas de fora.







04. 10 INTERPRETAÇÕES QUE MERECIAM FILMES MELHORES – Ernie Hudson (Solomon - A Mão que Balança o Berço)
E por falar em Caça-Fantasmas, Ernie Hudson (nosso eterno Winston Zedemore), tem aqui neste triller talvez a melhor atuação de sua extensa carreira. O problema, é que não sei por que, A Mão que Balança o Berço, ficou uma maçaroca de situações bestas, com os protagonistas ostentando quase todos, uma baita cara de comercial de margarina. E o filme ao menos na opinião deste escriba só ganha autenticidade e dramaticidade nas cenas em que Solomon está lá, com destaque para a cena na qual é acusado injustamente de ter molestado a filha do casal de protagonistas.







03. 10 INVASÕES ALIENÍGENAS – Origens Secretas
Quando fiz esta lista, foi realmente difícil abrir mão desta sagaque inicia a animação da Liga da Justiça de Bruce Timm e companhia. Na época, por várias razões decidi colocar “Escrito nas Estrelas”. Mas sem dúvida que “Origens Secretas” jamais pode ser esquecida.







02. 10 FILMES DE VINGANÇA – Fuga Mortal
Eu mesmo não acreditei quando publiquei esta lista e me dei conta que me esqueci deste espetacular filme de ação de 1993, no qual Santee (Dolph Lundgren) um ladrão de carros, se envolve num esquema com um policial corrupto Severance (o veterano George Segal – excelente!), e traído acaba por levar até a culpa pela morte de um patrulheiro. Quando a tentativa de mata-lo dá errado, Santee parte com tudo para se vingar de Severance.




01. 10 ROBÔS MAIS ICÔNICOS DA FICÇÃO – Senhor Data
Um mundo de gente reclamou (e com razão). Por isto, o androide mais “gente boa” da ficção está aqui.


















Patrulha Estelar e suas vozes inesquecíveis!

  Fazendo uma rápida pesquisa na web, não é assim tão difícil encontrar alguns artigos que citam os dubladores que nos anos 1980 na extinta ...